Nairóbi, 1º de junho de 2026 – O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) nomeou hoje o DJ e produtor musical brasileiro, Alok Achkar Peres Petrillo. Indicado ao Grammy e constantemente classificado entre os melhores DJs do mundo, ele é conhecido pelo nome artístico Alok.
O anúncio coincide com o lançamento da campanha do PNUMA para o Dia Mundial do Meio Ambiente 2026 (5 de junho). Neste ano, a campanha tem como trilha o hit "Deep Down" — single multiplatinado de 2022, com centenas de milhões de streams — e une as pessoas em torno da ação climática por meio da música e da participação coletiva.
Os participantes são convidados a reproduzir uma coreografia oficial ou a responder às perguntas: "Até onde podemos ir? Quão baixo podemos manter o aquecimento global para proteger nosso planeta para as futuras gerações?". Lançado junto com o anúncio, o vídeo da campanha dá vida a esse conceito, apresentando pessoas ao redor do mundo engajadas no movimento. Alok se junta à campanha com conteúdo original em vídeo, convidando seu público global a participar e amplificar a mensagem em diversas plataformas. Esses vídeos serão compilados e farão parte de um videoclipe global a ser lançado em 5 de junho.
Alok é constantemente classificado entre os melhores DJs e produtores do mundo, com vários prêmios e duas indicações ao GRAMMY latino. Ele tem mais de 7,3 bilhões de reproduções no Spotify e uma das maiores bases de seguidores nas redes sociais no mundo da música eletrônica. Seu trabalho abrange música, cultura e impacto social, incluindo uma longa trajetória de iniciativas filantrópicas voltadas para as comunidades indígenas da Amazônia.
“A natureza, e a sabedoria e a força dos povos indígenas do Brasil, moldaram minha vida e minha música”, disse Alok. “Percebi o quanto somos inseparáveis do mundo natural. Dependemos de um clima estável e da riqueza da vida ao nosso redor. Ser nomeado Embaixador da Boa Vontade do PNUMA é uma responsabilidade que levo muito a sério. Com o lançamento da "Rave The World" ao mesmo tempo, espero reunir as pessoas não apenas para celebrar, mas para se reconectarem umas com as outras e com o planeta. Seja por meio de um simples movimento ou de um momento compartilhado na pista de dança, todos nós podemos fazer parte de algo maior.”
A interseção entre música, cultura e impacto ambiental é o eixo central do trabalho recente do artista. Seu álbum O Futuro é Ancestral — reconhecido pela UNESCO e indicado ao Grammy — foi desenvolvido ao longo de três anos pelo Instituto Alok em colaboração com mais de 50 músicos de oito comunidades indígenas brasileiras. Com o objetivo de preservar o patrimônio cultural e ampliar a conscientização sobre o papel das comunidades indígenas na sustentabilidade ambiental, o projeto foi apresentado nas Nações Unidas durante a Semana do Clima, no Museu Grammy e no Global Citizen Festival — e contribuiu para que Alok fosse incluído na lista TIME100 Climate.
Por meio do Instituto Alok, fundado em 2020, o artista já doou quase £8 milhões para iniciativas sociais e ambientais no Brasil, África e Índia. Seus projetos de preservação da natureza ocorrem na Amazônia e em outros três biomas brasileiros, contribuindo para a restauração de 3 milhões de metros quadrados de florestas nativas — uma área equivalente a mais de 300 campos de futebol — com o plantio de 400 mil mudas.
Em colaboração com o PNUMA e a organização parceira "Sounds Right For Nature", ele também está lançando uma nova faixa com a participação de vozes indígenas, cuja renda será destinada a apoiar iniciativas de conservação em regiões cruciais em todo o mundo.
Com lançamento previsto para o Dia Mundial do Meio Ambiente, o novo conceito de apresentação ao vivo de Alok, “Rave The World”, estreará em 5 de junho de 2026 na O2 Academy Brixton, em Londres, representando um momento cultural marcante que transforma a campanha em uma experiência compartilhada no mundo real. Inspirado nos princípios originais da cultura rave — união, paz, amor e respeito — e repensado para um público global, o projeto une pessoas além das fronteiras por meio da música e da ação coletiva.
“Assim como a natureza, a música aproxima as pessoas”, afirmou Inger Andersen, diretora-executiva do PNUMA. “Em um momento de crescentes desafios ambientais e globais, temos orgulho de receber Alok como Embaixador da Boa Vontade. Sua arte e seu ativismo já alcançaram milhões de pessoas e, juntos, podemos promover uma conscientização e uma ação ainda maiores.”
Alok foi incluído na lista TIME100 Climate (2025) e é fundador do Instituto Alok, que trabalha em estreita colaboração com comunidades indígenas, incluindo os povos Yawanawá e Huni Kuin. Por meio de parcerias, contribuiu com mais de US$ 10 milhões para iniciativas ambientais e culturais.
NOTAS AOS EDITORES
Sobre os Embaixadores da Boa Vontade da ONU
Os Embaixadores da Boa Vontade das Nações Unidas são indivíduos de destaque que se comprometeram a ajudar as Nações Unidas e suas agências especializadas a focarem atenção mundial em questões globais urgentes que lhes são próximas. Essas figuras públicas proeminentes voluntariam seu tempo, talento e paixão para conscientizar sobre os esforços da ONU para melhorar a vida de bilhões de pessoas em todos os lugares. Os Embaixadores de Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente são designados pelo diretora-executiva do PNUMA e aprovados pelo secretário-geral da ONU.
Sobre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente é a principal voz global em questões ambientais. Ele promove liderança e incentiva parcerias no cuidado com o meio ambiente, inspirando, informando e capacitando nações e povos a melhorar sua qualidade de vida sem comprometer a das futuras gerações.
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